A microbiologia pode tornar a sua cerveja mais gostosa e segura

Data: 19/05/2022
Fonte: Labnetwork


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bioMérieux lança inédito sistema de detecção de micro-organismos deteriorantes para quaisquer estágios de produção e tipos de cerveja

A indústria cervejeira cresceu exponencialmente nos últimos anos, com novos participantes de todos os portes chegando ao mercado. Com isso, mais do que nunca, a gestão da qualidade, a fim de evitar contaminações, tornou-se um diferencial crítico. É preciso ter acesso rápido a informações precisas durante a produção e pós-embalagem, para manter a qualidade do produto, proteger a imagem da marca e a saúde do consumidor.

A fim de atender a essas necessidades, a bioMérieux, apoiada em décadas de experiência na detecção de micro-organismos em produtos alimentícios, apresentará um portfólio inédito de soluções na Brasil Brau 2022 – XVI Feira Internacional de Tecnologia em Cerveja, que será realizada em São Paulo, entre os dias 30 de maio e 1º de junho.

A feira é o maior evento profissional da indústria cervejeira no país e reúne toda a cadeia produtiva do setor, incluindo o que há de mais inovador em tecnologias, produtos e serviços. Além do Congresso, que reunirá palestrantes de sete países, o evento conta também com o Brewer Lounge, um espaço informal, dedicado à apresentação de conteúdo com novas abordagens, onde, a convite da bioMérieux, o especialista Rodrigo Elizalde fará a palestra ‟Brindando com Confiança”.

Em seu estande, a bioMérieux irá apresentar ao público um portfólio de ferramentas de detecção de micro-organismos que pode ser usado por cervejarias de todos os portes, em várias aplicações e estilos de cerveja.

Cada produto tem como alvo um micro-organismo prejudicial à cerveja que, se não for detectado durante a produção, pode afetar a qualidade do produto e a reputação da marca. Essa solução inclui testes direcionados a uma ampla variedade de micro-organismos, como Lactobacillus, Pediococcus e Pectinatus, cujas origens podem estar na matéria-prima (água, lúpulo, malte), na própria linha de produção, no ambiente e até mesmo nas pessoas.

Os métodos tradicionais de teste de qualidade, se implementados corretamente, podem até identificar problemas, mas não conseguem fazê-lo com rapidez e eficiência. Informações atrasadas levam a decisões de qualidade reativas feitas após o dano já ter ocorrido. Além disso, essas tecnologias normalmente exigem fluxos de trabalho complicados, caros e difíceis de usar, e os resultados dos testes podem ser ambíguos em relação ao risco de deterioração de um micro-organismo específico.

Por tudo isso, detectar a presença de deteriorantes em tempo real é fundamental para evitar a contaminação das instalações, retenções de produtos ou o envio de cerveja que traga risco ao consumidor.

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